Funcionária da Petrobras é baleada e morta na Barra da Tijuca
Polícia ainda não sabe se o caso foi uma tentativa de assalto ou execução
RIO — A funcionária da Petrobras Rita de Cássia Pimenta, de 56 anos,
foi morta com dois tiros na noite de ontem, perto da entrada do
condomínio Península, na Barra da Tijuca. A polícia ainda não sabe se o
caso foi uma tentativa de assalto ou execução. Ela dirigia seu carro, um
Hyundai i30 prata, quando foi atingida. Nada foi levado pelos
assassinos.
De acordo com agentes da Divisão de Homicídios (DH),
que investigam o caso, o crime aconteceu, por volta das 21h, próximo à
entrada do Península Fit, na Avenida João Cabral de Mello Neto 350. Rita
de Cássia moraria, porém, no Maison de Gauguin, que também fica no
complexo de prédios do condomínio residencial Península, mas na Avenida
dos Flamboyants 50.
Os primeiros a chegar no local foram policiais militares e bombeiros, que quebraram um dos vidros do veículo para socorrer a funcionária da Petrobras, que já estava morta. A DH acredita que a vítima tenha sido atingida com o carro em movimento, perdido o controle, e batido no meio-fio. O corpo foi retirado por volta das 23h e levado para o Instituto Médico Legal (IML).
Rita de Cássia Pimenta estaria prestes a se mudar para São Paulo, onde estava o seu marido no momento do crime. Funcionários da Petrobras estiveram no local, mas não quiseram falar com a imprensa. Havia câmeras do condomínio próximas de onde a vítima foi morta, mas a polícia acredita que a uma distância em que não foi possível captar imagens dos momentos em que ela foi baleada.
Segundo moradores do Península que preferiram não se identificar, a rua que dá acesso ao condomínio raramente possui policiamento e, em muitas ocasiões, tem a iluminação deficiente. Eles se queixam que as viaturas percorrem a Avenida das Américas, mas não entram nas vias que passam por trás do Barra Shopping, região onde está localizado o condomínio Península.
O Península é um complexo de prédios residenciais que ocupa uma área de 780 mil metros quadrados, equivalente, por exemplo, ao bairro do Leblon, mas possui apenas 8% de sua área com edificações. No terreno, há 3,5 quilômetros de trilhas ecológicas planas e dois grandes parques.
O local em que ocorreu o crime é perto de onde, em maio deste ano, o advogado e dono de escolas Benedito do Carmo Mangia, de 61 anos, foi morto com um tiro na nuca. A vítima foi atacada quando chegava ao Fórum da Barra para uma audiência de um processo em que era acusada de quebra de contrato numa transação imobiliária na Zona Oeste.
Os primeiros a chegar no local foram policiais militares e bombeiros, que quebraram um dos vidros do veículo para socorrer a funcionária da Petrobras, que já estava morta. A DH acredita que a vítima tenha sido atingida com o carro em movimento, perdido o controle, e batido no meio-fio. O corpo foi retirado por volta das 23h e levado para o Instituto Médico Legal (IML).
Rita de Cássia Pimenta estaria prestes a se mudar para São Paulo, onde estava o seu marido no momento do crime. Funcionários da Petrobras estiveram no local, mas não quiseram falar com a imprensa. Havia câmeras do condomínio próximas de onde a vítima foi morta, mas a polícia acredita que a uma distância em que não foi possível captar imagens dos momentos em que ela foi baleada.
Segundo moradores do Península que preferiram não se identificar, a rua que dá acesso ao condomínio raramente possui policiamento e, em muitas ocasiões, tem a iluminação deficiente. Eles se queixam que as viaturas percorrem a Avenida das Américas, mas não entram nas vias que passam por trás do Barra Shopping, região onde está localizado o condomínio Península.
O Península é um complexo de prédios residenciais que ocupa uma área de 780 mil metros quadrados, equivalente, por exemplo, ao bairro do Leblon, mas possui apenas 8% de sua área com edificações. No terreno, há 3,5 quilômetros de trilhas ecológicas planas e dois grandes parques.
O local em que ocorreu o crime é perto de onde, em maio deste ano, o advogado e dono de escolas Benedito do Carmo Mangia, de 61 anos, foi morto com um tiro na nuca. A vítima foi atacada quando chegava ao Fórum da Barra para uma audiência de um processo em que era acusada de quebra de contrato numa transação imobiliária na Zona Oeste.
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