‘Julgamento’ popular no Egito.
Suspeitos são pendurados e linchados após ‘julgamento’ popular.
Dois supostos ladrões morreram no domingo (17), em uma cidade do norte
do Egito, após serem submetidos a um julgamento popular e acabarem
linchados, informaram nesta segunda-feira (18) à Agência Efe fontes
policiais.
Os moradores da cidade de Shubra Malkan, na Província de Gharbiya, no delta do Nilo, capturaram os dois suspeitos pelo roubo de um tuk tuk (triciclo que é usado como táxi).
Em seguida, os cidadãos julgaram os ladrões em público e decidiram que eles seriam mortos.
Segundo as fontes, os supostos ladrões foram golpeados pelos moradores da cidade até falecerem.
A polícia não pôde fazer nada porque os vizinhos impediram a ação dos guardas.
Alguns meios de comunicação egípcios revelaram que após a morte os suspeitos foram pendurados de cabeça para baixo.
Estas duas mortes aconteceram uma semana depois que a Procuradoria Geral do Egito deu ordens de permitir que os cidadãos detenham e entreguem para a polícia supostos implicados em distúrbios ou outros delitos no país, que vive uma deterioração da segurança desde a revolução que derrubou o regime de Hosni Mubarak em 2011.
R7
Os moradores da cidade de Shubra Malkan, na Província de Gharbiya, no delta do Nilo, capturaram os dois suspeitos pelo roubo de um tuk tuk (triciclo que é usado como táxi).
Em seguida, os cidadãos julgaram os ladrões em público e decidiram que eles seriam mortos.
Segundo as fontes, os supostos ladrões foram golpeados pelos moradores da cidade até falecerem.
A polícia não pôde fazer nada porque os vizinhos impediram a ação dos guardas.
Alguns meios de comunicação egípcios revelaram que após a morte os suspeitos foram pendurados de cabeça para baixo.
Estas duas mortes aconteceram uma semana depois que a Procuradoria Geral do Egito deu ordens de permitir que os cidadãos detenham e entreguem para a polícia supostos implicados em distúrbios ou outros delitos no país, que vive uma deterioração da segurança desde a revolução que derrubou o regime de Hosni Mubarak em 2011.
R7

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