Presos por morte em rope jumping não sabem explicar por que jovem caiu sem corda, diz delegada: ‘Desnorteados’

15 junho

 

Os três homens presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping, não conseguiram explicar como a vítima foi lançada sem estar ligada a cordas. A informação é da delegada plantonista Andréa Dantas, que registrou o caso em Limeira (SP).
Segundo a delegada, os dois homens responsáveis por preparar a jovem para o salto não souberam dizer o que aconteceu antes da queda .”Eles não conseguem se recordar qual foi a falha ali, quem teria que ter colocado a corda, se não houve a fiscalização. Não conseguem se recordar”, afirmou.

De acordo com a Polícia Civil, a corda que deveria proteger a vítima ficou enrolada no chão da plataforma.
O advogado Rafael Gomes dos Santos, que representa os três presos, afirmou que o rope jumping não é regulamentado, mas também não é proibido. Segundo ele, eventos semelhantes já foram realizados na Ponte do Esqueleto sem intervenção do poder público.
O defensor informou ainda que a atividade deste sábado reunia cerca de 100 participantes e classificou o caso como uma “triste fatalidade”, destacando que os envolvidos praticam o esporte há anos sem histórico de acidentes.

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